VISITA PASCAL
Encontro com os responsáveis das cruzes, dia 16 (terça-feira) às 21:30h.
SEMANA SANTA - «Semana Maior»
Na quinta-feira Santa - Missa vespertina da Ceia do Senhor. às 21:30h, seguida da Adoração ao SS. Sacramento até às 24h; sexta-feira Santa - às 10h Oração de Laudes na Igreja e celebração da Paixão do Senhor com adoração da Cruz às 21:30h; no sábado Santo - Vigília Pascal na noite Santa às 22h.
DIA DE PÁSCOA E VISITA PASCAL
No dia de Páscoa haverá missa em Gervide às 10h e na Igreja às 11:15h. As 24 cruzes sairão às 14:30 e recolhem na missa das 19h na Igreja. Não haverá missa das 9h na Igreja e em Santiago, nem às 10h em Quebrantões.
EQUIPA DE LITURGIA
Reúne no dia 24 (quarta-feira às 21:30h para preparar a Visita Pastoral.
PEREGRINAÇÃO A FÁTIMA
Será a 19 de Maio (domingo). Podem comprar o bilhete no horário da Secretaria Paroquial, ou nos Centros de Culto. 
VIAGEM À TERRA SANTA
Os interessados, devem fazer a sua inscrição até ao dia 26 de Abril (sexta-feira).
 
 
  Paróquia » História
ORIGEM E FORMAÇÃO DA PARÓQUIA
O território que formava a antiga Lusitânia, a cujos domínios pertencia a atual freguesia de Santa Eulália de Oliveira do Douro, é o que mais antigas memórias da vida cristã apresenta.
Não existem elementos históricos que permitam acompanhar o desenvolvimento da cristandade neste vasto território, nem tampouco avaliar os danos que nele teriam causado as invasões dos bárbaros, Existem apenas relatos de algumas ações dos Suevos e Visigodos no decurso do século V, mas tudo nos é relatado sumariamente na crónica de Idácio.
As povoações mais antingidas no decurso dessas lutas foram as que ficavam ao longo das grandes vias militares: a estrada que ligava Braga a Lisboa - e nesse percurso se situariam estes domínios - e as que confluíam em Mérida.
Sendo assim, é certo que esta região foi grandemente afetada pela incursão desses invasores.
Não chegou, no entanto, aos nossos dias qualquer testemunho da importância de alguma povoação que aqui se localizasse. A mais antiga referência que nos aparece a um aglomerado populacional, mais exatamente a uma propriedade rústica, é à «uilla de sancta eolalia», com a dominação daquela santa mártr, a qual mais tarde veio dar o nome à freguesia.
O documento é datado da Era de 1044 e a designação da «uilla de sancta eolalia» poderá dizer-nos da existência já de qualquer batistério dedicado àquela santa.
A par deste povoado, ou unidade agrária, existiam outros espalhados à  volta, mas é em redor deste, mais central, e certamente dotado com pia batismal e cemitério próprio, que o povo se reúne.
Embora a «villa de santa Eulália» seja aquela que deu o nome à freguesia, o que demonstra ter disfrutado de grande importância, não é menos certo que estava para além de uma pequena «villa», se atendermos ao que nos refere o mesmo Diploma: «hereditates que habermus in uillar inter uluaria».
Vão-se-lhe juntando Garfães, que também ali se identifica por «uilla garfanes», depois Gervide - «argividi», Santiago - «sancti jacobi», Paços - «paaçoo», Quebrantões - «quebrantoões» Sá - «sáa», que são lugares que nos aparecem nos documentos mais antigos respeitante à freguesia.
Já a partir do século XIII tudo se apresenta mais clareado: a paróquia de Santa Eulália de Oliveira como entidade eclesiástica e a freguesia de Oliveira do Douro como personalidade representativa de uma área territorial cívica, mas tudo perfeitamente integrado.
Notas Monográficas sobre a Freguesia de Santa Eulália de Oliveira do Douro
Luís Gomes Alves de Almeida
 
  
 
 
 
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