ENTRADA DO NOVO BISPO
Dia 15 (Domingo) ás 16 h, na Sé Catedral será a entrada solene na Diocese do novo Bispo Sr. D. Manuel Linda.
FESTA DO PAI-NOSSO
Dia 21 (sábado) ás 15h, na Igreja Paroquial realizamos a Festa do Pai-Nosso com as crianças dos Centros e um grupo da Igreja e os restantes meninos farão a sua Festa no dia 28
ORAÇÃO DE TAIZÉ
Dia 21 (sábado) ás 21:30h, na Igreja Paroquial teremos uma Oração de Taizé orientada pelo nosso grupo de Jovens.
REUNIÃO DE PAIS DO 3º ANO
Dia 27 (sexta-feira) ás 21:30h, no Polivalente teremos reunião de Pais dos meninos do 3º ano que vão fazer a Festa da Eucaristia.
DÁDIVA DE SANGUE
Dia 28 (sábado) das 9h ás 13h, no Polivalente, o Instituto Português de Sangue fará uma nova recolha. Se puder faça a sua doação a partir dos 18 anos.
PEREGRINAÇÃO A FÁTIMA
Dia 6 de maio faremos a peregrinação a Fátima nos moldes habituais os interessados pode adquirir o seu bilhete na Secretaria Paroquial e nos Centros de Culto.
 
 
  Paróquia » História
ORIGEM E FORMAÇÃO DA PARÓQUIA
O território que formava a antiga Lusitânia, a cujos domínios pertencia a atual freguesia de Santa Eulália de Oliveira do Douro, é o que mais antigas memórias da vida cristã apresenta.
Não existem elementos históricos que permitam acompanhar o desenvolvimento da cristandade neste vasto território, nem tampouco avaliar os danos que nele teriam causado as invasões dos bárbaros, Existem apenas relatos de algumas ações dos Suevos e Visigodos no decurso do século V, mas tudo nos é relatado sumariamente na crónica de Idácio.
As povoações mais antingidas no decurso dessas lutas foram as que ficavam ao longo das grandes vias militares: a estrada que ligava Braga a Lisboa - e nesse percurso se situariam estes domínios - e as que confluíam em Mérida.
Sendo assim, é certo que esta região foi grandemente afetada pela incursão desses invasores.
Não chegou, no entanto, aos nossos dias qualquer testemunho da importância de alguma povoação que aqui se localizasse. A mais antiga referência que nos aparece a um aglomerado populacional, mais exatamente a uma propriedade rústica, é à «uilla de sancta eolalia», com a dominação daquela santa mártr, a qual mais tarde veio dar o nome à freguesia.
O documento é datado da Era de 1044 e a designação da «uilla de sancta eolalia» poderá dizer-nos da existência já de qualquer batistério dedicado àquela santa.
A par deste povoado, ou unidade agrária, existiam outros espalhados à  volta, mas é em redor deste, mais central, e certamente dotado com pia batismal e cemitério próprio, que o povo se reúne.
Embora a «villa de santa Eulália» seja aquela que deu o nome à freguesia, o que demonstra ter disfrutado de grande importância, não é menos certo que estava para além de uma pequena «villa», se atendermos ao que nos refere o mesmo Diploma: «hereditates que habermus in uillar inter uluaria».
Vão-se-lhe juntando Garfães, que também ali se identifica por «uilla garfanes», depois Gervide - «argividi», Santiago - «sancti jacobi», Paços - «paaçoo», Quebrantões - «quebrantoões» Sá - «sáa», que são lugares que nos aparecem nos documentos mais antigos respeitante à freguesia.
Já a partir do século XIII tudo se apresenta mais clareado: a paróquia de Santa Eulália de Oliveira como entidade eclesiástica e a freguesia de Oliveira do Douro como personalidade representativa de uma área territorial cívica, mas tudo perfeitamente integrado.
Notas Monográficas sobre a Freguesia de Santa Eulália de Oliveira do Douro
Luís Gomes Alves de Almeida
 
  
 
 
 
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